Cultura

Sociedade Portuguesa de Autores premeia coreógrafa cabo-verdiana

Moçambique
"Moçambique" de Jorge Andrade

A cerimónia de entrega do Prémio Autores 2017 pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) decorreu esta quarta-feira no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Os prémios distinguem autores das mais variadas áreas, da dança à literatura, do teatro ao jornalismo. A lusofonia teve eco no Prémio de Dança para “Melhor Coreografia”, atribuído à cabo-verdiana Marlene Monteiro Freitas com o projeto “Jaguar”.

Na cultura, destacam-se os prémios para “Melhor Programação Cultural” de uma autarquia para o Município de Penafiel; “Melhor Exposição de Artes Plásticas” para o projeto “Os meus Álbuns de Família um a um” de Lourdes de Castro, exposto na Culturgest em Lisboa; “Melhor Trabalho de Fotografia” para Alfredo Cunha com “Tempo depois do tempo” e “Melhor Trabalho Cenográfico” para Fernando Alvarez, com “A Tempestade”.

Na literatura, o livro “O Meças” de José Rentes de Carvalho foi o melhor “Livro de Ficção Narrativa”; “Anunciações” de Maria Teresa Horta foi a distinção na poesia, e “De umas coisas nascem outras” de João Pedro Mésseder, o melhor livro infantojuvenil.

No teatro, foi a peça sobre “Moçambique” de Jorge Andrade, que ganhou o melhor espetáculo. No cinema, o galardão de melhor filme foi para Luís Filipe Rocha com “Cinzento e Negro”.

O “Melhor texto português representado” foi o texto intitulado “Se eu vivesse tu morrias”, de Miguel Castro Caldas.

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