Crise

Número de crianças migrantes a viajar sozinhas é cinco vezes superior ao registado em 2010

On 16 January 2017, a girl carrying her baby sister in Nizip 1 refugee camp, Gaziantep, southern Turkey. Nizip 1 camp is home to over 10,000 Syrian refugees, including more than 5,000 children. Since the beginning of the Syria conflict, nearly 5 million people have become refugees, including 2.2 million children. With 1.2 million Syrian refugee children, Turkey has the highest number of child refugees in the world.In January 2017, over 40 per cent of Syrian refugee children in Turkey missing out on education, despite massive increase in enrolment rates. Nearly half a million Syrian refugee children are currently enrolled in schools across Turkey. But despite a more than 50 per cent increase in enrolment since last June, over 40 per cent of children of school-going age – or 380,000 child refugees – are still missing out on an education.  Turkey is home to more than 1.2 million child refugees, making it the top child refugee hosting country in the world.  In partnership with the Government of Turkey, UNICEF is helping strengthen education systems, increase access to learning and improve the quality of inclusive education for Syrian and vulnerable Turkish children.“For the first time since the start of the Syrian crisis, there are more Syrian children in Turkey attending class than there are out of school,” said UNICEF Deputy Executive Director Justin Forsyth, speaking after a visit to UNICEF programmes in southern Turkey.  “Turkey should be commended for this huge achievement. But unless more resources are provided, there is still a very real risk of a ‘lost generation’ of Syrian children, deprived of the skills they will one day need to rebuild their country.”Since 2013, UNICEF has helped build, renovate or refurnish nearly 400 schools, and trained some 20,000 Syrian volunteer teachers. Approximately 13,000 teachers receive monthly incentives.  Efforts are also under way to include Syrian children in a national programme that grants cash allo
©UNICEF/Ergen

O número total de crianças refugiadas e migrantes que se deslocam sozinhas aumentou quase cinco vezes desde 2010, segundo o relatório A Child is a Child: Protecting children on the move from violence, abuse and exploitation, da UNICEF, divulgado esta quarta-feira. Os números de 2010-2011 indicam um total de 66.000 crianças, com o número a crescer para 300.000 em 2015-2016.

A Unicef apela aos líderes internacionais que “adotem uma agenda de seis pontos para proteger as crianças refugiadas e migrantes”, refere o mesmo documento, que surge em antecipação à Reunião dos dirigentes do G7, que decorrerá a 26 e 27 de maio em Itália.

O relatório revela alguns dados: 200.000 crianças não acompanhadas pediam asilo em 80 países em 2015-2016, e 160.000 só na Europa; 92% das crianças que chegam a Itália por mar estão sozinhas; as regiões da África Subsaariana, América Central e Caraíbas têm a maior percentagem de crianças entre as vítimas de tráfico detetadas; e, ainda, cerca de 20% dos contrabandistas têm ligações a redes de tráfico humano.

O diretor executivo Adjunto da UNICEF, Justin Forsyth, lembra no comunicado que “contrabandistas e traficantes sem escrúpulos estão a explorar a sua vulnerabilidade em proveito próprio, ajudando as crianças a atravessar fronteiras, apenas para as venderem para escravatura e prostituição forçadas” e frisa que “os líderes mundiais que se reúnem na próxima semana no G7 deviam liderar estes esforços sendo os primeiros a comprometer-se para com a nossa agenda para a ação”.

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