Cabinda

Associação denuncia quatro décadas de “neo-colonização angolana” de Cabinda e apela à abstenção

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“O homem histórico de Cabinda continua a ser vítima da barbaridade do neocolonialismo angolano tal como tinha sofrido da colonização portuguesa”, denunciou a Associação para o Desenvolvimento da Cultura dos Direitos Humanos (A.D.C.D.H) através de uma carta aberta em que acusa “o Governo Imperial de Grande-angola (Angola e Cabinda)” de ter implantado uma “política genocídio cultural do Homem Cabindês”.

Acusando os “serviços de segurança e da Casa Militar” de Angola de “execuções sumárias dos filhos de Cabinda, tanto dentro como fora deste território ocupado”, a A.D.C.D.H refere no mesmo documento que João Lourenço, cabeça de lista do MPLA, “tinha dito mais alto outrora o que muitos diziam mais baixo que construir porto ou aeroporto internacional em Cabinda é a mesmíssima coisa que dar a independência aos Cabindas”.

Denunciando a “deterioração da situação socio-económica denegando todo projeto de investimento que pode encorajar e facilitar o desenvolvimento sustentável de Cabinda”, a ADCDH apelou “ao Povo Cabindês a abster-se das eleições angolanas por que não somos tidos nem achados nas distribuições das riquezas e não só”, refere o documento.

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