Cabinda

Associação em Cabinda acusa a UNITA de utilizar a “política da discórdia e exclusão” no enclave

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A Associação para o Desenvolvimento da Cultura dos Direitos Humanos (ADCDH) diz “repudiar veementemente a atitude da direção do partido UNITA de utilizar uma política da discórdia e exclusão no seio da Sociedade Civil de Cabinda”.

Segundo um comunicado difundido pela ADCDH, a associação diz que teve conhecimento de um “encontro discreto” organizado pela UNITA com alguns ativistas dos direitos humanos da Sociedade Civil de Cabinda.

“Quais são as pretensões e objetivos da direção da UNITA para proceder encontros exclusivos para uma solução política para Cabinda?”, questiona a associação que defende que a UNITA “não deveria enveredar por políticas de exclusão usadas pelo colonialismo português e partido no poder criando uma simetria discriminatória no seio da Sociedade Civil e do povo de Cabinda quando se pretende uma solução política no território de Cabinda, no quadro da sua especificidade”, refere o mesmo documento.

Para a ADCDH qualquer projeto da UNITA para a solução de conflito de Cabinda “deveria ser consertado com a Sociedade Civil e as outras formações políticas de Cabinda e não enveredar nas políticas de exclusão com objetivos eleitoralistas para a conquista do poder”.

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