Cabinda | Segurança

FLEC reivindica novas ações e não quer partidos políticos angolanos a fazer campanha em Cabinda

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As Forças Armadas de Cabinda (FAC) anunciaram através de um comunicado que a 14 de fevereiro, “pelas 10h45, na Vila de Bembica, perto do rio Lola, Necuto” a guerrilha atacou “uma viatura da marca Mercedes-Benz que transportava militares das FAA, tendo daí resultado 3 mortos, dos quais 2 soldados e 1 oficial”.

No mesmo documento, o Tenente-general Alfonso Nzau, Chefe da Brigada de Maoimbe Sul, avança que no mesmo dia as FAC “lançaram outro ataque contra uma patrulha militar das FAA” na aldeia Seva Tando-Macuco, região de Necuto, que terá causado “6 mortos e vários feridos do lado das FAA”, nesta operação dois guerrilheiros terão sido mortos.

O Tenente-general Alfonso Nzau termina o comunicado informando que “o Comando Militar das FAC avisa todos os partidos políticos angolanos sem exceção, que não os quer a fazer campanha eleitoral em Cabinda, porque Cabinda não é Angola”, e acrescenta que os “partidos angolanos” devem estar “conscientes e se responsabilizem pela sua própria segurança, já que não são bem-vindos no solo de Cabinda porque vêm tentar dividir os cabindas”.

A advertência lançada por Alfonso Nzau surge após o movimento independentista ter apelado à população do enclave para boicotar as “eleições angolanas” em Cabinda.

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