Cabinda | Segurança

Resistência ameaça madeireiros estrangeiros em Cabinda

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“O Comando das Forças Armadas de Cabinda (FAC) anuncia que proíbe a todas empresas madeireiras de continuar a exploração da floresta do Maiombe porque CABINDA continua em Guerra”, refere um “Comunicado de Guerra”, assinado pelo Tenente-General Afonso Nzau, Chefe da Brigada do Maiombe Sul da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC).

No mesmo documento, difundido esta terça-feira, o militar da FLEC refere que devido ao “agravamento da segurança e confrontos entre as FAC e as FAA (Forças Armadas Angolanas) ”, o Comando das FAC “apela aos empresários estrangeiros que operam na indústria da madeira nas regiões de Buco Zau, Miconje, Massabi e Belize, para abandonarem imediatamente do nosso território”, e acrescenta que “qualquer presença de tratores e camiões, no presente e no futuro, ilegalmente autorizada pelos angolanos, vai ser severamente sancionada”.

Sublinhando que “Cabinda é dos Cabindas” e que o enclave permanece em “Estado de Guerra”, o Tenente-Gereral Afonso Nzau alerta também que “todas as viaturas que sejam escoltadas por tropas angolanas são um alvo militar” da guerrilha.

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