Economia | Lusofonia

FMI aconselha Moçambique, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe a diversificarem as exportações

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Moçambique, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, apontados como países em desenvolvimento e de baixos rendimentos, devem diversificar a economia e as exportações, afirma o Fundo Monetário Internacional (FMI) num relatório divulgado recentemente.

O relatório sobre os “Low Income Developing Countries”, citado pelo MacauHub, avança que estes três países da lusofonia continuam sob “uma pressão económica significativa, “com crescimento anémico, grandes desequilíbrios orçamentais e posições enfraquecidas nas reservas externas.”

O FMI admite que as principais conclusões do relatório são já conhecidas e incluem a permanência em dificuldades económicas dos países que mais dependem da exportação de matérias-primas, cujos preços entram agora no terceiro ano de descida continuada, além do aumento dos níveis da dívida pública, que resultam do acréscimo de empréstimos e emissões de dívida para compensar a descida nas receitas.

O FMI divide os países de menores rendimentos em três grandes categorias: os exportadores de combustíveis, os de matérias-primas não combustíveis e os de exportações diversificadas.

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