Guiné-Bissau

Banco Mundial aposta na Guiné-Bissau apesar do “contexto de alto risco”

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O Grupo Banco Mundial (GBM), endossou esta terça-feira, 13 de junho, o novo Quadro de Parceria com os Países (Country Partnership Framework – CPF, sigla em inglês) para a Guiné-Bissau, cobrindo o período 2018-2021.

“O objetivo, a longo prazo, da participação do Grupo Banco Mundial, é ajudar a Guiné-Bissau a cumprir os novos objetivos-alvo de uma redução da pobreza sustentada e de prosperidade partilhada, reconhecendo embora o contexto de alto risco,” disse Louise Cord, Diretora Nacional do Banco Mundial para a Guiné-Bissau.

“O CPF propõe um programa do GBM seletivo e flexível. As áreas de enfoque do programa incidirão sobre um aumento do acesso a serviços básicos de qualidade e um alargamento das oportunidades económicas, assim como uma maior resiliência perante choques. Sendo a Guiné-Bissau um país frágil, o GBM terá de resolver alguns desafios na implementação, de forma inovadora e estratégica. Concentrar-se-á no melhoramento de serviços e em oportunidades económicas em zonas fora da capital (áreas rurais e cidades menos importantes) consolidando ao mesmo tempo os já existentes investimentos financiados pelo GBM fora da capital (zonas rurais e cidades secundárias) consolidando, simultaneamente, os investimentos financiados pelo GBM na capital, Bissau”, explicou Kristina Svensson, representante local do Banco Mundial.

O novo CPF beneficiou das conclusões obtidas no Diagnóstico Sistemático do País e da Avaliação de Fragilidade de 2015. Reflete também os dados colhidos em consultas com o Governo, setor privado, sociedade civil e parceiros de desenvolvimento.

O CPF apoia o plano nacional de desenvolvimento, Terra Ranka (Novo Arranque) que foi desenvolvido pelo Governo eleito em 2014. Ao abrigo da 18ª reposição de recursos da Associação Internacional para o Desenvolvimento (AID 18) a dotação nacional para a Guiné-Bissau deverá ser quase duplicada, em comparação com a dotação da AID 17, que foi de 42 milhões de dólares.

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