Guiné-Bissau

CPLP deve assegurar liberdade de imprensa, defendeu o embaixador de Angola na Guiné-Bissau

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O Embaixador da Angola na Guiné-Bissau, Daniel Rocha, defendeu que a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) deve assegurar a liberdade de imprensa para que todos possam viver na aceitação recíproca das diferenças e no estreito respeito pelos valores intrínsecos de pessoa humana.

Daniel Rocha fez estas declarações esta sexta-feira, 5 de Maio, durante a cerimónia de enceramento de curso de formação “jornalismo Cultura e Cidadania”, organizada pela Embaixada de Angola, de Portugal e do Brasil, no âmbito do Dia da Língua Portuguesa e da Cultura da CPLP, 5 de Maio.

Neste sentido, o diplomata angolano levantou algumas interrogações sobre o nível de andamento de estados membros da organização em termos da liberdade de imprensa, tendo lembrado que a data do dia 5 de Maio acontece 48 horas depois de comemorações do Dia Internacional de Liberdade de Imprensa celebrado 3 de Maio. “Devem identificar-se com os princípios basilares que norteiam a liberdade de imprensa, salvaguardando os direitos de informar e de ser informados”, disse o embaixador.

Sobre Angola, Daniel Rocha explicou o que o seu Governo tem feito para garantir a liberdade de imprensa em respeito dos direitos de fazedores de opiniões, os grandes mobilizadores para a participação das sociedades nos processos de decisões políticas. “A liberdade de imprensa em Angola é igualmente garantida pelo facto de ser um elemento promotor da coesão, justiça social e a solidariedade entre os angolanos”, disse.

Durante três dias, o curso de formação “jornalismo Cultura e Cidadania”, contou com a participação de 13 jornalistas entre os quais, de órgãos de comunicação social públicos, privados e rádios comunitárias da Guiné-Bissau.

Sumba Nansil

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