Guiné-Bissau

Exploração mineira da Guiné-Bissau é um assunto demasiado complexo para os políticos guineenses

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Bauxite

O Ponto Focal do Projeto de Contratos Mineiros do Ministério dos Recursos Naturais informou que a maioria das anomalias, omissões e irregularidades de que padece o setor mineiro na Guiné-Bissau, resulta da complexidade e da falta de prática profissional dos técnicos, acrescida pelas fragilidades das instituições do país, decorrentes das permanentes instabilidades governativas.

Esta terça-feira, 04 de julho, na abertura do atelier de formação destinado aos diferentes técnicos que atuam na área dos Recursos Naturais, Jacinto Tamba disse que o processo mineiro não é devidamente dominado pelos decisores políticos e técnicos do setor público, por ser complexo e novo na Guiné-Bissau.

“A República da Guiné-Bissau não tem tradição mineira. As bases institucionais e operativas estão a ser lançadas para a viabilização da exploração dos parcos recursos identificados até ao momento. O processo mineiro não está devidamente dominado pelos decisores políticos e técnicos do setor público, por ser complexo e novo na Guiné-Bissau” disse.

O técnico nacional adiantou que é urgente a orientação política que permitirá às empresas licenciadas para explorarem o fosfato de Farim, bauxite de Boe e as areias pesadas de Varela, passem da fase da prospeção para a exploração.

O atelier de formação em relação às Negociações de Contratos Mineiros destinado aos diferentes técnicos que atuam na área dos Recursos Naturais no país termina na quarta-feira, 05 de julho.

Tiago Seide

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