Crise | Guiné-Bissau

Presidente da ANP debate com partidos políticos proposta para saída a crise política

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Cipriano Cassamá

Com a ausência do Partido da Renovação Social (PRS), os partidos políticos com acento parlamentar e a sociedade civil guineense, estiveram esta segunda-feira, 13 de marco reunidos com o Presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP) Cipriano Cassamá para analisarem a proposta de saída da crise política que o líder do parlamento guineense entregou semana passada ao Presidente da República, José Mário Vaz.

À saída do encontro, o presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simão Pereira, disse que seu partido concorda com a proposta, que pode ser viável para a saída da crise política. “Concordamos com a iniciativa do presidente da ANP, pensamos que se for aceite pode nos ajudar a ultrapassar atual crise”, referiu.

A mesma opinião teve Vicente Fernandes, líder do Partido da Convergência Democrática (PCD), que também concordou com a iniciativa de Cassamá, e lamenta a forma com que o Presidente da República insiste em bloquear a Guiné-Bissau.

Agnelo Regala, presidente da União para a Mudança (UM), na mesma ocasião adiantou que se a referida proposta for aceite pelo Presidente da República, pode ser uma nova oportunidade para implementação de Acordo de Conacri. “Tomamos parte nesta reunião para mostrar que o nosso partido continua aberto ao diálogo em busca de saída para esta crise”, sublinhou.

Iaia Djalo do Partido da Nova Democracia (PND), ex-conselheiro do Presidente da República, disse que documento em causa foi bem enquadrado, com base no Acordo do Canacri, e que pode ajudar a por fim a crise.

Em representação da Sociedade Civil, Jorge Gomes elogiou a proposta, contudo sublinha que a sociedade civil precisa de tempo para a sua análise. “Foi uma boa proposta, concordamos, mas como sabem temos uma organização vasta vai, vamos comunicar aos nossos associados, e prometemos que até ao dia 14 vamos entregar a ANP a nossa resposta da em relação à posição da sociedade civil da Guiné-Bissau”.

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