Guiné Equatorial

Cuba envia psicólogos para a Guiné-Equatorial para ajudar na reinserção social de jovens em risco

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Cerca de 15 elementos cubanos, entre eles psicólogos, sociólogos e advogados, chegaram a Malabo, capital da Guiné-Equatorial para trabalhar em dois centros de reeducação de menores, situados em Riaba, na região insultar, e em Tengue Ete, na região continental do país.

O Governo da Guiné-Equatorial construiu estes dois centros de reeducação para facilitar a recuperação e a reinserção dos adolescentes que tenham tido problemas relacionados com consumo de drogas.

A luta contra a delinquência juvenil é também outra das razões que motivou Malabo a construir esses centros onde os adolescentes aprendem durante a sua permanência ofícios como a carpintaria.

A cooperação na área da saúde entre a Guiné-Equatorial e Cuba remonta há largas décadas, e os dois países cooperam também nos assuntos de educação.

Apesar de não existirem números oficiais, várias dezenas de médicos cubanos trabalham em todos os hospitais da Guiné-Equatorial. Também um largo número de professores cubanos leccionam em diferentes centros escolares do país.

A presença de estes cubanos tem nos últimos anos gerado algumas críticas da população, uma vez que professores e médicos equato-guineenses queixam-se dos salários exorbitantes dos profissionais cubanos.

Médicos e professores cubanos têm salários três vezes superiores aos dos nacionais na mesma mesma categoria, segundo queixas do profissionais da Guiné-Equatorial.

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