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Obiang culpa o isolamento cultural pela derrota na Comissão da UA

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O chefe de estado da Guiné-Equatorial, Teodoro Obiang Nguema, afirmou hoje que o seu ministro dos negócios estrangeiros e cooperação, Agapito Mba Mokuy, não foi eleito presidente da Comissão da União Africana (UA) durante a cimeira última, realizada na Etiópia entre 30 e 31 de Janeiro, por que a Guiné Equatorial pertence a um “grupo cultural minoritário” (língua espanhola e CPLP).

A Guiné Equatorial é o único país que tem o espanhol como língua oficial em África.

O Chadiano Moussa Fahki Mahamat, ministro dos negócios estrangeiros do seu país, foi eleito como presidente da Comissão da UA para suceder à sul africana Nkosazana Dlamini Zuma.

 

Segundo o presidente da Guiné Equatorial, ainda que o seu país pertença a um grupo regional (África Central), está culturalmente isolado.
O Chefe de Estado equato guineense revelou também que a  existência de divisões entre grupos regionais e culturais no seio da UA foram outros dos factores que levaram a que o candidato equato guineense não tenha sido eleito como presidente da comissão, ainda que fosse o “melhor candidato” devido ao seu multilinguismo, afirmou o Presidente Obiang em conferência de imprensa no seu regresso ao país.
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