Diplomacia | São Tomé e Príncipe

China Popular promete resultados “num futuro não muito distante”

Chinese Foreign Minister Wang Yi, right, shakes hands with his Sao Tome counterpart Urbino Botelho as they exchange signed documents during a signing ceremony at the Diaoyutai State Guesthouse in Beijing, Monday, Dec. 26, 2016. China and Sao Tome and Principe officially resumed diplomatic relations on Monday, in a triumph for Beijing over rival Taiwan after the African island nation abruptly broke away from the self-ruled island last week. (AP Photo/Andy Wong)

O governo da República Popular da China reiterou que o objetivo de Pequim é apoiar o país na “criação do emprego, na melhoria da receita fiscal, tirar o povo da pobreza e realizar o desenvolvimento económico independente”.

A afirmação é do diretor para África do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, após uma audiência de duas horas com o chefe do governo, Patrice Trovoada.

Lin Songtion que chefia uma delegação de seis membros veio para delinear com as autoridades santomenses as potenciais áreas de cooperação. Turismo, agricultura, indústria marítima, construção de infraestruturas, desenvolvimento do capital humano e segurança foram identificados como setores prioritários.

O diplomata chinês prometeu ainda para São Tomé e Príncipe um futuro “bem diferente” dentro de três a cinco anos, porque vai “crescer sem a dependência externa”.

Pequim está igualmente interessado em provar que a decisão do primeiro-ministro santomense em reatar as relações com a China Popular foi “correta e corresponde aos interesses do povo”. Uma decisão política e estratégica importante, de “grande visão, cujos resultados serão visíveis num futuro não muito distante”, sublinhou.

Segundo Songtion, as duas partes concordaram consensualmente em “valorizar e assegurar o rumo atual da amizade entre os dois países, para construir as bases de confiança política mútua e de amizade”.

O diretor para África do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês e a delegação que o acompanha foram também recebidos pelo presidente da Assembleia Nacional, Manuel da Graça Diogo, e pelo ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidades, Urbino Botelho.

A delegação chinesa deixa o país esta terça-feira.

 

 

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