São Tomé e Príncipe

Patrice Trovoada apresenta queixa-crime por difamação, injúria, calúnia e atentado a honra

patrice trovoada
Patrice Trovoada

Uma nota do Gabinete de Imprensa do Palácio do Governo informou que o Primeiro-ministro são-tomense Patrice Trovoada apresentou esta quarta-feira ao Ministério Público, uma queixa-crime contra o Partido UDD, e a sua Direção Executiva, por difamação, injúria, calúnia e atentado a honra e a reputação e o bom nome da entidade pública, pela divulgação no seu Tempo de Antena, de falsas acusações proferidas contra si, por Plácido Lopes, entre outros.

Segundo uma declaração redigida pelo antigo Presidente Nigeriano, Olusengun Obasanjo no poder em 2003, que o jornal “A Transparência” teve acesso, o antigo Chefe de Estado da Nigéria diz que em referência aos “artigos divulgados pelas redes sociais, acusando o Senhor Primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Sua Excelência, Patrice Emery Trovoada, de ter financiado o Golpe de Estado de Julho de 2003, naquele país, foi antes um golpe organizado, e executado por um grupo de antigos membros do Batalhão Búfalo, uma criação do exército do Apartheid da África de Sul, o golpe abortou, e a ordem constitucional, foi reinstalada na sequência da intervenção, e envolvimento diretos do Governo da República Federal da Nigéria”.

“Na qualidade de Presidente da República Federal da Nigéria, de então, eu levei de regresso para São Tomé, o deposto Presidente Fradique de Menezes, e trabalhei para inverter a queda ilegal do governo democraticamente eleito, e garantir a reinstalação das instituições legais do país, e isto foi feito, com a cooperação de muitos líderes políticos, incluindo os ex-presidentes, Fradique de Menezes, Miguel Trovoada, do atual Primeiro-ministro, Patrice Trovoada, entre outros, isto garantiu uma resolução amigável da crise”.

Segundo Olusengun Obasanjo, “em atenção ao papel central que eu julguei na resolução da crise, tenho a responsabilidade moral de corrigir as impressões, e declarações erradas, e falsificação dos factos, aos mercenários descreditados que trabalharam para desestabilizar o país pelas forças das armas, não deve ser dada, a possibilidade de conseguir, através de rumores, e falsificação de factos, o que eles não conseguiram alcançar pela força das armas”.

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