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Depois de integrar a União Africana, Marrocos formaliza pedido de adesão à CEDEAO

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Um mês após a adesão na União Africana (UA), Marrocos formalizou o pedido de adesão à Comunidade Económica dos Estados da África de Oeste (CEDEAO). Através de um comunicado o ministério dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação marroquino argumenta que “centenas de acordos” já foram assinados durante as visitas do monarca Mohamed VI em África, dando um grande impulso à cooperação bilateral com os 15 países membros da organização sub-regional.

Pretendendo passar do estatuto de observador na organização para estado-membro, Marrocos considera que cumpre todos os critérios para aderir à CEDEAO e lembra que participou em várias operações de manutenção da paz na região, tal como na Costa do Marfim, assim como em esforços na mediação para a estabilidade e resolução de conflitos.

Como estado-membro da CEDEAO, Marrocos pretende reforçar o seu peso diplomático no continente africano mas também beneficiar dos 320 milhões de habitantes, e consequentemente de consumidores, que totaliza a população dos estados membros da CEDEAO. Um mercado atraente cujo PIB total é superior a 700 mil milhões de dólares.

A CEDEAO é composta por 15 estados membros: Benim, Burquina Faso, Costa do Marfim, Gâmbia, Gana, Guiné Conacri, Guiné-Bissau, Libéria, Mali, Níger, Nigéria, Senegal, Serra Leoa, Togo e Cabo Verde.

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