África Subsaariana | Segurança

Exército da RDC eliminou 390 combatentes de Kamwina Nsapu desde março

Kamwina Nsapu

Os combates que, desde março, opuseram os combatentes do chefe Kamwina Nsapu às forças de segurança congolesas, deixaram mais de 500 mortos em Kasai, região central da República Democrática do Congo (RDC).

O exército afirma ter matado 390 combatentes de Kamwina Nsapu durante combates que eclodiram desde o final de março, em Kasai.

Foram registadas 390 mortes do lado da milícia, 99 mortos nas FARDC (Forças Armadas) e “85 policias mortos” nestas operações, de acordo com o brigadeiro-general Leon Richard Kasonga, porta-voz do exército.

“São terroristas insurgentes, o seu objetivo é espalhar o terror, temos o dever de parar a ação dos rebeldes envolvidos em execuções sumárias” declarou na segunda-feira durante uma conferência imprensa em Kinshasa.

O número de civis mortos durante as operações não foi mencionado.

Em abril, os corpos de dois especialistas da ONU, o americano Michael Sharp e a sueca Zaida, foram descobertos, duas semanas depois de seu rapto. O Brigadeiro Kasonga apontou a responsabilidade aos combatentes de Kamwina Nsapu.

A ONU pediu a Kinshasa para cooperar com a sua comissão de inquérito para investigar as mortes dos seus peritos e as valas comuns descobertas em Kasai.

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