África Subsaariana | Crise

Guerra no Sudão do Sul já levou à morte de 82 trabalhadores humanitários

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De acordo com dados da ONU a guerra civil no Sudão do Sul já levou à morte de 82 trabalhadores humanitários, sendo o número de deslocados pelos combates de 3,5 milhões de pessoas.

Em guerra desde dezembro de 2013 por conflitos entre o Presidente Salva Kiir e o então vice-presidente Riek Machar, o Sudão do Sul tornou-se um país independente apenas dois anos antes, em 2011. A violência espalhou-se à generalidade do país.

De acordo com Eugene Owusu, o coordenador humanitário da ONU no país, 82 trabalhadores humanitários foram mortes desde 2013 e cerca de 1.9 milhões de pessoas foram deslocadas internamente, enquanto 1.6 tornaram-se refugiados nos países vizinhos.

 

A maioria da violência tem sido motivada por clivagens étnicas entre as forças governamentais, a maioria da comunidade Dinka à qual pertence o Presidente Kiir, combate as forças rebeldes da comunidade Nuer, de Riek Machar.

Owusu afirmou que além das mortes “outros trabalhadores humanitários em todo o país foram intimidados e as instalações e armazéns da ONU foram pilhadas e vandalizadas”.

 

 

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