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EUA querem reforço das sanções à Coreia do Norte

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Os Estados Unidos insistiram em sanções mais pesadas para a Coreia do Norte, no Conselho de Segurança da ONU, na quarta-feira, advertindo que o lançamento de um míssil balístico intercontinental pelo regime norte-coreano reduziu drasticamente o caminho da diplomacia.

Num discurso duro, a embaixadora dos EUA, Nikki Haley, disse que o teste do ICBM de terça-feira tinha tornado “o mundo um lugar mais perigoso” e reiterou que Washington estava pronto para usar a força, se necessário, para lidar com a ameaça de uma arma nuclear de Pyongyang.

O lançamento da terça-feira – denominado pelo líder Kim Jong-Un como um presente para “bastardos americanos” – marcou um marco na tentativa de décadas de Pyongyang de ameaçar os EUA com um ataque nuclear, e representa um forte desafio de política externa para Donald Trump.

O presidente dos Estados Unidos tinha recusado a ideia de que a Coreia do Norte possuía um ICBM a funcionar, garantindo que “não vai acontecer”, mas os especialistas asseguram que o míssil pode atingir o Alasca ou ainda mais longe no território dos EUA.

Haley considerou o lançamento “uma escalada militar clara e acentuada”. Reagindo ao teste de Pyongyang, as forças dos EUA e da Coreia do Sul dispararam mísseis, ontem, quarta-feira, no Mar do Japão simulando um ataque de precisão contra a Coreia do Norte.

Washington tem “forças militares consideráveis”, disse Haley. “Iremos usá-las se necessário”.

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