América do Norte

Forças Armadas dos EUA gastam cinco vezes mais em Viagra do que em medicamentos com militares transgénero

donaldtrump

Depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter anunciado na quarta-feira a proibição de pessoas transgénero (com uma identidade de género diversa da atribuída à nascença ou que não é claramente feminina ou masculina) cumprirem serviço militar, alegando que as forças armadas “não podem ser sobrecarregadas com os tremendos custos médicos e as ruturas que implicaria ter transgéneros nos serviços militares”, o Washington Post revela que o Pentágono gasta cinco vezes mais em Viagra do que se gastaria nos cuidados médicos com transgénero.

De acordo com o jornal, a informação consta de um estudo financiado pelo próprio Pentágono e realizado pela Rand Corporation em 2016.

O estudo contém “estimativas exaustivas dos custos médicos potenciais dos militares transgénero” no ativo, os quais variam entre os dois milhões de euros e os 7,1 milhões de euros anuais, um valor cinco vezes menor que os 35,4 milhões de euros anuais gastos pelo Pentágono na aquisição de Viagra – ou um décimo dos 71,5 milhões de euros anuais em tratamentos para a disfunção erétil, segundo uma análise feita pelo semanário Military Times, refere o Washington Post.

A administração Obama tinha decidido, em 2016, abrir as portas do exército aos cidadãos transgénero. A medida deveria ter efeito este ano e seria aplicada a cidadãos que nos últimos 18 meses tivessem apresentado uma “estabilização” na identidade de género adotada.

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