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Forças armadas venezuelanas travam revolta contra regime de Nicolás Maduro

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Nicolás Maduro anunciou no domingo que o exército da Venezuela frustrou um ataque contra a base militar de Paramacay, considerando que a ação foi um ataque terrorista contra as Forças Armadas.

“Foi um ataque terrorista contra as Forças Armadas Bolivarianas e estas responderam de forma unida, leal e com força”, declarou Nicolás Maduro. O presidente da Venezuela negou que esta revolta tenha sido realizada por militares, mas sim por civis. “Dos dez atacantes, dois foram abatidos por fogo leal à pátria, e um está ferido (…) Nove são civis e só um é um tenente desertor há vários meses”, afirmou Maduro no programa televisivo Los Domingos Con Maduro.

De acordo com a agência Reuters, centenas de venezuelanos saíram para as ruas de Valencia em apoio aos militares rebeldes.

No ataque terão participado 20 indivíduos, que surpreenderam os seguranças e foram diretamente ao depósito de armamento.

Num vídeo difundido nas redes sociais, o líder do grupo militar, general Juan Caguaripano, declarou que “Isto não é um golpe de estado, é uma ação cívica e militar para restabelecer a ordem constitucional”.

As Forças Armadas, em comunicado, afirmaram que a sublevação foi obra de “delinquentes civis” vestidos com uniformes militares e sem quaisquer ligações às forças de segurança.

Entretanto Nicolás Maduro acusou os Estados Unidos e a Colômbia de estarem por detrás do ataque à base militar de Paramacay e garante que não são os norte-americanos e os colombianos que vão parar a revolução na Venezuela.

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