América Latina | Crise

Líderes da oposição do governo venezuelano detidos pela polícia secreta

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Os opositores do governo venezuelano, Leopoldo López e Antonio Ladezma, foram detidos novamente esta terça-feira pelo Serviço Bolivariano da Informação (Sebin, polícia secreta).

O advogado de defesa de López, do partido Vontade Popular (VP), confirmou à emissora privada Circuito Êxitos que, na madrugada de hoje, que o opositor foi levado para a prisão militar de Ramo Verde, nos arredores de Caracas, acrescentando que espera poder vê-lo ainda hoje, por se tratar de “dia de visita legal”.

Também Mitzy Capriles, a mulher de Ledezma da Aliança Bravo Povo (ABP), declarou numa conferência de imprensa em Madrid que os advogados do autarca de Caracas também confirmaram a detenção.

Horas antes de ser preso, o Ledezma tinha rejeitado uma proposta feita por Maduro para que a oposição participasse das próximas eleições regionais, que deverão ocorrer no final do ano.

Alguns dirigentes do VP e do ABP responsabilizaram o Presidente, Nicolás Maduro, pela integridade física dos dois membros da oposição.

Um vídeo divulgado no Twitter pela Mesa de Unidade Democrática (MUD), mostra Ladezma de pijama a ser levado da casa onde se encontrava detido desde 2015, por elementos do Sebin.

Horas antes de ser preso, o ex-autarca de Caracas tinha rejeitado uma proposta feita por Maduro para que a oposição participasse das próximas eleições regionais, que deverão ocorrer no final do ano.

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