América Latina | Crise

Maradona manifesta o seu apoio a Nicolás Maduro e oferece-se como soldado do presidente venezuelano

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O antigo jogador de futebol argentino Diego Maradona enviou esta terça-feira uma mensagem de apoio ao Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e ofereceu-se como “soldado” da revolução bolivariana.

Na sua página do Facebook, o ex-jogador escreveu “Somos chavistas até a morte. E quando Maduro ordenar, estarei vestido de soldado para uma Venezuela livre, para lutar contra o imperialismo e os que desejam apoderar nossas bandeiras, que é o mais sagrado que temos”.

Numa outra mensagem, que também tem a assinatura da sua companheira Rocio Oliva, Maradona reafirmou o seu apoio ao Governo da Venezuela. “Viva Chávez. Viva Maduro. Viva a Revolução. Viva a linhagem pura dos venezuelanos”, escreveu.

A Venezuela vive uma grave crise política e económica desde março de 2016. Desde o final de março deste ano, o país vive uma escalada de violência em que morreram mais de 120 pessoas em confrontos violentos durante manifestações contra o Presidente Maduro, milhares ficaram feridas e outras milhares foram presas.

Diego Maradona apoiou a candidatura presidencial de Nicolás Maduro em 2013, e já tinha apoiado Hugo Chávez e a ex-Presidente brasileira Dilma Rousseff.

O ex-jogador tem tatuado no seu braço direito o rosto de Che Guevara e disse que Fidel Castro era “como um pai” para ele.

 

 

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