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Nicolas Maduro desloca tropas para a fronteira com a Colômbia para travar pilhagens

CAR08 CARACAS (VENEZUELA), 05/07/2011.- Aspecto del desfile militar con motivo de la conmemoración del bicentenario de la Independencia de Venezuela hoy, martes 5 de julio de 2011, en Caracas (Venezuela). La Fuerza Armada Nacional Bolivariana (FANB) exhibió el poderío militar venezolano en el desfile con material bélico recientemente adquirido a Rusia y China principalmente. EFE/ David Fernández

Após cerca de 20 estabelecimentos comerciais terem sido pilhados e duas esquadras da polícia serem incendiadas em Táchira, o presidente venezuelano, Nicolas Maduro, ordenou esta quarta-feira a militarização do estado de Táchira, na fronteira oeste com a Colômbia.

“Ordenei o envio de 2.000 guardas e 600 tropas de operações especiais”, declarou o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, através da emissora estatal VTV, precisando que é uma decisão do presidente Nicolas Maduro, após a escalada da violência em San Cristóbal, capital do estado Táchira, assim como em vários municípios vizinhos.

Desde 1 de abril a Venezuela tem assistido a um aumento dos protestos contra a presidência de Maduro, que já provocaram 43 mortos. “Não podemos falar de manifestações. Tratam-se de ações subversivas (…), entrando numa fase de insurgência armada”, considerou o general Padrino López.

A oposição venezuelana exige a partida de Nicolas Maduro, através da realização de eleições gerais, e rejeita a convocação de uma Assembleia Constituinte “popular” que considera uma estratégia do presidente para perpetuar no poder.

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