Médio Oriente

Primeiro-ministro paquistanês foi absolvido em processo de corrupção

Nawaz Sharif

O primeiro ministro do Paquistão, Nawaz Sharif, não foi afastado do cargo depois do tribunal ter decidido esta quinta-feira que não havia provas que o incriminassem no processo de corrupção no qual era arguido no âmbito do caso “Panama Papers”.

Três filhos do líder paquistanês são referidas nos documentos, desencadeando uma controvérsia em todo o país. Sharif e a sua família negam qualquer comportamento errado.

A decisão do tribunal significa que Sharif, de 67 anos, pode continuar no cargo enquanto os investigadores analisam mais profundamente os assuntos financeiros de sua família. Foi uma prorrogação concedida por margem estreita, com dois dos cinco juízes a defenderem a saída do líder paquistanês e três outros a ordenar uma nova investigação devida a falta de provas, o que permitiu Sharif manter-se no cargo.

Antes do tribunal proferir a sua decisão e devido à possibilidade do ser afastado do cargo, foram destacados 1.500 agentes da polícia e paramilitares para manter a ordem em Islamabad, referiu a imprensa local.

A equipa de investigação responsável pelo caso sob ordem do Supremo Tribunal terá de apresentar relatório em 60 dias.

 

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