Sahel | Segurança

Aliança jihadista próxima da Al-Qaeda reivindicou ataque que matou militar português no Mali

iyadagghali
Iyad Ag Ghali

O “grupo de apoio ao Islão e aos muçulmanos” reivindicou o ataque contra o hotel Le Campement Kangaba, na periferia da capital maliana, Bamako, que causou quatro mortos, entre os quais o militar português, Sargento-Ajudante Gil Fernando Paiva Benido, de 40 anos.

A ação foi levada a cabo por três jihadistas “da etnia fula (Peul em francês)” que morreram durante o ataque, precisa o comunicado da “aliança jihadista” chefiada pelo tuaregue maliano Iyad Ag Ghaly.

O grupo “Jamaat Nusrat al-Islam wa-I-Muslimin”, ou seja “grupo de apoio ao Islão e aos muçulmanos”, é o resultado da aliança anunciada em março de três fações jihadistas bem implantadas no Sahel, a Ansar Dine, al-Morabitoune de Mokthar Belmokhtar e Al-Qaida no Magrebe Islâmico (AQMI), que passou a integrar a esfera da Al-Qaeda. À cabeça desta aliança foi colocado o tuaregue Iyad Ag Ghali, que se destacara na década 1990 por ter liderado várias rebeliões tuaregues.

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