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CGD: Matos Correia demite-se da comissão de inquérito

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O presidente do inquérito à CGD, Matos Correia, demitiu-se acusando a maioria de esquerda de “tentativa sistemática de esvaziar o objeto da comissão”.

Em conferência de imprensa, Matos Correia explicou deixa o cargo porque as decisões que os partidos de esquerda têm tomado “violam a lei, são atropelos à democracia e põem em causa o funcionamento da comissão parlamentar de inquérito”.

O líder parlamentar do PS já reagiu à demissão apontando que “o deputado Matos Correia, aparentemente, ou se enganou na Comissão a que presidia ou pretende presidir a outra Comissão”, disse Carlos César.

Em causa estão emails e SMS que Mário Centeno e António Domingues terão trocado, e nos quais terá siso firmado um acordo que isentava a antiga administração de entregar as declarações de rendimento ao Tribunal Constitucional.

Entretanto, Ferro Rodrigues já falou com o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, que garantiu que irá reagir durante a tarde desta quinta-feira, indicando, provavelmente, o nome do sucessor de Matos Correia.

Para esta tarde está prevista a audição na comissão de inquérito do antigo presidente do Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos, Álvaro José Barrigas do Nascimento. O mais provável é que, a ocorrer, a audição seja presidida por um dos vice-presidentes da comissão (Paulo Trigo Pereira e Miguel Tiago).

 

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