Revista de Imprensa Lusófona de 18 de novembro de 2020

A “Agência Brasil” informa que o “Brasil deve sediar escritório da Organização Mundial do Turismo”. A “Folha de S.Paulo” destaca que “O Brasil ainda tem problemas profundos com a corrupção sistémica”, diz Obama”, ex-Presidente dos Estados Unidos da América.
O “Jornal de Angola” cita o ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Francisco Queiroz, que afirma que o “Direito à manifestação vai continuar a ser respeitado”. No “Angola 24 Horas” lê-se que os “Comerciantes angolanos vão poder recuperar 2,5% cobrados em transações nos TPA [terminais de pagamento automático]”.
A “STP-Press”, agência de notícias de São Tomé e Príncipe, publica que o “Ministro da Saúde lança 3ª campanha nacional contra Filaríase Linfática no Distrito de Lobata”. O “Jornal Tropical” menciona “São Tomé no 12.º lugar do Índice Ibrahim de Governação Africana”.
Sobre Portugal o “Diário de Notícias” escreve que a “Pandemia [da Covid-19] está a causar mais mortes de portugueses em casa”. O “Observador” partilha “Universidades podem fechar e recolher obrigatório vai ser alterado. As pistas deixadas por Marcelo aos partidos”.
“São Vicente/Impasse na eleição da assembleia: Eleita pela UCID contra ‘ditadura e opressão’”, refere a “Inforpress” em Cabo Verde. “São Vicente: Impasse na instalação dos novos órgãos municipais após chumbo de lista proposta pela MpD”, noticia “A semana”.
A “Carta de Moçambique” avança que “Mais de 33.000 pessoas abandonaram norte do país na última semana”. Já “O País” divulga que o líder do MDM “Daviz Simango propõe assistência psicológica às FDS [Forças de Defesa e Segurança] em Cabo Delgado”.
Na Guiné-Bissau o “Presidente da República diz que Forças Armadas jamais serão usadas para desestabilizar o país”, segundo a “ANG”. A “China quer apoiar as autoridades nacionais da Guiné-Bissau no desenvolvimento do setor das pescas”, de acordo com “O Democrata”.





