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Revista de Imprensa Lusófona de 05 de junho de 2020

Em Timor-Leste a “RTTL, EP” avança que o Presidente da República “Lu-Olo pede tratamento digno a [Unidade de Polícia de Fronteira]”. No “Sapo Notícias” lê-se “COVID-19: Primeiro-ministro vai criar equipa para planear recuperação económica”.

“PAICV denuncia incumprimento das medidas de proteção e rendimento às famílias”, informa “A Semana” em Cabo Verde. “Covid-19: Já foram autorizados cerca 470 mil contos de créditos”, de acordo com “A Nação”.

No Brasil “O Globo” tem em manchete “Após ataques, Bolsonaro poupa Moraes, mas inflama sua militância”. O “Estadão” destaca que “Brasil passa a Itália e já é o 3º país com mais mortes por Covid-19”.

“Guiné Equatorial vai reiniciar os voos internos a partir de 15 de junho” e “Vice-presidente insta o Subcomité Técnico a não baixar a guarda perante o coronavírus” são dois dos temas divulgados pela página web institucional da Guiné Equatorial.

A “STP-Press”, agência de notícias de São Tomé e Príncipe, partilha “Covid-19: Evaristo Carvalho e Jorge Bom Jesus recebem nota positiva do Partido Trabalhista”. Segundo o “Jornal Transparência”, a “Pandemia de Covid-19 atrasa reabilitação de extensão da Marginal e da estrada nº 1”.

Na Guiné-Bissau “O Democrata” noticia “Covid-19: Governo diz que o país tem quantidade suficiente de reagentes para os testes”. A “ANG” escreve que o “Vice-presidente da APU-PDGB pede reconciliação urgente da família apuana”.

Em Portugal o “Público” divulga “Coronavírus: Governo muda layoff e há 2500 milhões para acelerar retoma”. O “Expresso” refere que o “PCP é o primeiro partido a retomar comícios, ao ar livre, no domingo”.

A “Carta de Moçambique” menciona que o “Oficial da Renamo é novo diretor de Comunicações das Forças Armadas moçambicanas”. No “Notícias Online” pode ler-se “Presidente Nyusi na desmobilização de ex-guerrilheiros da Renamo em Sofala”.

“Anúncio de congresso na FNLA reacende brigas entre militantes”, publica “O País” em Angola. “João Lourenço aproxima-se de ‘Eduardistas’”, indica o “Correio da Kianda”.

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