Ciência

UNICEF distribui 80 mil máscaras de proteção em Portugal

A UNICEF vai oferecer 80 mil máscaras de proteção a profissionais de saúde, no valor de 50 mil euros, com o objetivo de apoiar as crianças e jovens mais vulneráveis em Portugal. Nesse sentido vai também elaborar conteúdos para sensibilizar, informar e apoiar os pais, cuidadores, professores, educadores e outros profissionais com conselhos para lidar com o atual momento em casa, na escola ou na comunidade.

Este apoio surge no âmbito do acompanhamento que a organização tem vindo a fazer à situação das crianças em Portugal e à análise do impacto da pandemia na realização dos seus direitos.

A UNICEF Portugal tem vindo a identificar as necessidades das crianças e jovens mais vulneráveis, junto de entidades parceiras, como escolas, organizações locais e Câmaras Municipais. A partir deste levantamento de necessidades, a organização está também a monitorizar os efeitos que esta situação está a causar e pode vir a provocar a longo prazo nas crianças e nas famílias.

A organização lembra que o encerramento das escolas e outras medidas de contenção estão a ter um impacto direto no acesso das crianças a uma educação de qualidade, bem como no potencial aumento do risco de abuso e violência, e da ansiedade e do medo, como resultado do isolamento das crianças e das suas famílias. Para além disso, relembra que a perda de rendimentos e do emprego afetarão muitos aspetos da vida das crianças, e a longo prazo, poderão levar ao aumento do risco de pobreza infantil.

Beatriz Imperatori, Diretora Executiva da UNICEF Portugal, conclui que “A UNICEF existe há 40 anos. Durante estas quatro décadas temos ajudado crianças vulneráveis e as suas famílias em todo o mundo. Essa ajuda só foi possível com o apoio de doadores em todo o mundo. Em Portugal, por exemplo, a campanha digital de angariação de donativos para o ciclone Idai em Moçambique foi a maior de sempre no país. Os Portugueses têm estado sempre ao lado da UNICEF, com a sua generosidade, e agora, é a altura da UNICEF também ajudar Portugal”.

 

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