Cultura

Bolsa Amélia Rey Colaço com o dobro das candidaturas

Depois de um alargamento do período de candidaturas por dois meses, fruto da pandemia de Covid-19, as candidaturas à Bolsa Amélia Rey Colaço encerraram com a inscrição de 74 projetos, cerca do dobro em relação ao número de candidaturas na edição anterior.

Criada em 2018, em homenagem à atriz e encenadora Amélia Rey Colaço, pelo seu importante papel na História do Teatro Português, a Bolsa Amélia Rey Colaço visa apoiar jovens artistas e companhias emergentes, promovendo a renovação da criação teatral portuguesa.

Com um prémio pecuniário de 22 mil euros, a Bolsa destina-se a apoiar a produção do projeto vencedor, que terá ainda acesso a várias residências artísticas e à estreia e apresentação do seu espetáculo nos espaços das quatro entidades organizadoras da Bolsa.

Esta que é a 3ª edição da Bolsa de criação atribuída anualmente por quatro espaços culturais, o Centro Cultural Vila Flor em Guimarães, O Espaço do Tempo em Montemor-o-Novo, o Teatro Nacional D. Maria II em Lisboa e o Teatro Viriato em Viseu.

Encerradas as candidaturas, o júri composto por Magda Bizarro (Assessora Artística do Teatro Nacional D. Maria II), Patrícia Portela (Diretora Artística do Teatro Viriato), Rui Horta (Diretor Artístico d’O Espaço do Tempo) e Rui Torrinha (Diretor Artístico do Centro Cultural Vila Flor) fará agora a avaliação dos 74 projetos recebidos.

O vencedor da 3ª edição da Bolsa Amélia Rey Colaço será conhecido a 30 de junho.

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