Cultura

O Folclore Minhoto, agora em livro, ganha destaque no Rio de Janeiro, Brasil

O livro- reportagem Rancho Folclórico Maria da Fonte da casa do Minho do Rio de Janeiro – A jornada do grupo português que valoriza a cultura minhota no Brasil desde 1954do escritor luso-brasileiro, Ígor Lopes, será lançado no próximo dia 5 de julho, sexta-feira, na Casa do Minho do Rio de Janeiro. Ainda este ano, em Agosto, o livro será apresentado em Portugal, na cidade de Viana do Castelo.

Esta obra literária reúne os momentos mais assinaláveis do Rancho Folclórico Maria da Fonte, o mais antigo e prestigiado dos quatro grupos da Casa do Minho do Rio de Janeiro, além de desvendar detalhes das atividades do grupo que conta com 65 anos de existência. Sendo um símbolo da diáspora portuguesa em terras cariocas.

Este trabalho reflete ainda o labor jornalístico levado a cabo pelo autor, através da recolha de diversas entrevistas e pesquisas feitas tanto em Portugal como no Brasil, com o intuito de mostrar às gerações mais jovens o trabalho desenvolvido pela casa do Minho ao longo dos anos bem como o seu contributo para o desenvolvimento da cultura e língua portuguesas e do folclore no Brasil.

O escritor refere que “foi um enorme prazer e orgulho ter sido convocado para contar os detalhes da história recente do Rancho Folclórico Maria da Fonte”, alertando para a necessidade de valorizar “os diretores, componentes e  colaboradores” da fundação pelo trabalho feito até à data.

Agostinho dos Santos, Presidente da Casa do Minho carioca, por sua vez, considera que “a Casa do Minho tem uma história riquíssima. E o seu mais antigo rancho é prova disso” referindo que todos “os folcloristas demonstram sempre muito amor pela cultura minhota no Brasil ou em Portugal”. A comprovar a longevidade e o sucesso do folclore nacional em terras cariocas, está o facto do governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, ter declarado o folclore português como Património Histórico e Cultural, de natureza imaterial do Estado  fluminense.

O jornalista, Ígor Lopes, de 38 anos, natural do Rio de Janeiro, é ainda autor de vários livros- reportagem como “Maria Alcina, a força infinita do Fado” (2016), “Casa do Distrito de Viseu: cinquenta anos de dedicação à cultura portuguesa no Rio de Janeiro (2016) e responsável editorial pelos livros “A Voz da Mulher” (2018) e “Values, Motivation and Leadership- Fany Tchaicovsky and colleagues” (2015). Conta ainda com várias distinções no meio profissional e académico sendo membro da Academia de letras e Artes Paranapuã (ALAP) e da Academia de Letras, Ciências e Artes de Terezópolis de Goiás (E-AlCAT).

 

 

 

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