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Economista agrícola cria índice para promover o acesso e a distribuição de sementes africanas

Nascido numa família do Zimbabue que vivia numa pequena fazenda e fazia face às despesas com o cultivo de repolho, milho, inhame e batata, o Dr. Edward Mabaya cresceu apreciando algumas das recompensas da agricultura de subsistência.

Anos mais tarde, e com um doutoramento em Economia Agrícola pela Universidade Cornell, em Nova Iorque, Mabaya começou a trabalhar com a Fundação Rockefeller e criou uma organização para ajudar a comercializar sementes africanas.

A pesquisa de Malaya tem vindo a ajudar pequenos proprietários nas áreas rurais da maioria dos países de língua inglesa em África a acederem ao cultivo de milho, mandioca, sorgo e outros tipos de sementes tipicamente africanas.

O Índice de Acesso à Semente Africana (TASAI) compilado por Malaya constitui uma ferramenta de diagnóstico que ajuda os agricultores, investidores, empresas agrícolas e decisores públicos em África a acederem e a planificarem a distribuição das sementes para os projectos agrícolas.

Desde o seu lançamento em Nairobi, no ano passado, o TASAI espalhou-se para 12 países de África e promete cobrir todo o continente nos próximos dois a três anos.

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