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Brasil: “Trocar de Presidente agora é como trocar de pneu com o carro em alta velocidade”, diz Yasmin Melo

Yasmin Melo é uma economista brasileira que dirige o Instituto Nacional do Agente Financeiro (INAF) e que criou o Movimento Gigantes do Consignado em 2019. Esta iniciativa, destinada a correspondentes bancários e promotoras de crédito, tem como objetivo principal mudar a forma como os profissionais de crédito veem o mercado.

A economista, que começou a reunir profissionais em prol do mercado para trazer “mais fôlego para uma classe de intermediadores que estava sendo esmagada”, falou com o e-Global sobre a crise económica e política que o Brasil atravessa durante a pandemia da Covid-19.

e-Global: A Yasmin Melo fundou o Movimento Gigantes do Consignado no Brasil, que tem como objetivo principal mudar a forma como os profissionais de crédito veem o mercado. Pode falar-me mais sobre esse movimento?

Yasmin Melo: O Movimento Gigantes do Consignado é um movimento de capacitação que surgiu em 2019. Dirijo o Instituto Nacional do Agente Financeiro há algum tempo, trabalho há dez anos no segmento, mas em 2019 surgiu esse movimento com o viés de capacitar, de trazer inovação, que é o que impera no nosso DNA. Trazer mais fôlego para uma classe de intermediadores que estava sendo esmagada.

Com o avanço das tecnologias, da Swintec, os intermediadores de crédito estavam sendo esmagados e, de uma forma subtil, sendo retirados do mercado. E é uma classe que leva crédito para um público desbancarizado há muito tempo. Então a gente achou isso, no mínimo, incoerente e injusto, e começámos a levar esse movimento todo de empoderamento para todo o mundo que vende crédito, levando a ideia de que o cara não podia só ser um correspondente bancário, ele tinha que ser um ‘player’ financeiro. E tem dado certo, temos ficado muito felizes com os resultados.

Esta pandemia da Covid-19 apanhou a todos desprevenidos… como é que o setor ao qual a Yasmin pertence tem lidado com as consequências do surto?

A gente é muito privilegiada porque o nosso setor não foi afetado negativamente. Ao contrário, ele foi um setor extremamente avantajado, porque a venda de crédito não parou e sim aumentou. Quando a gente pega agências bancárias que vêm fazendo demissão em massa – até ao quarto mês desse ano já havia milhares e milhares de bancários sendo demitidos porque as agências têm fechado os seus pontos de atendimento e investido mais no meio digital -, esses bancários que têm sido demitidos (e não só eles, várias outras pessoas), têm olhado para o mercado de correspondente e visto oportunidades.

A gente aqui até criou um programa, chamado programa ‘Start’, para ensinar pessoas de fora desse mercado a trabalhar com isso. E de todos os segmentos que existem na humanidade eu ainda não conheci outro segmento que tenha ganhado visibilidade e ascensão. O pessoal começou a vender máscara, começou a vender álcool em gel… isso tudo é saturado. Mas a venda de crédito não foi afetada negativamente.

É a favor da quarentena ou considera que o país não pode parar?

A quarentena é um grande desafio. Eu fiz uma ‘live’ recentemente para umas seis mil pessoas e nessa ‘live’ eu estava citando, como analogia, o que aconteceu com Churchill [antigo primeiro-ministro do Reino Unido] na Segunda Guerra, quando a equipa do Churchill conseguiu quebrar a criptografia de um submarino alemão. Uma tecnologia de submarino chamada ‘U-boat’. E esse submarino vinha debaixo do navio e estourava-o de baixo para cima, rebentava tudo.

A equipa do Churchill conseguiu quebrar essa criptografia, e olha que maluco… ele [Churchill] sabia que o submarino estava vindo e ele tinha duas opções: ou ele tirava esse pessoal de lá e salvava esse navio, porque eram homens dele que estavam lá e era obrigação dele salvar esses homens, e aí a Alemanha ia perceber e dizer “Eles já descobriram o nosso sistema de criptografia, vamos mudar isto”, e talvez demorassem muito tempo para voltar a descobrir isso; ou eles deixavam o navio lá, alguns seriam mortos, infelizmente, mas eles corriam o risco de ganhar uma guerra.

Acho que essa é a analogia mais próxima do que o que a gente vive hoje. Porquê? Porque não existe resposta fácil, não existe sim ou não. Prende todo o mundo, mata a economia. Solta todo o mundo, mata uma população. Claro que ficam alguns apontamentos sobre a quarentena… o primeiro apontamento é o seguinte: não adianta você salvar a economia e não ter pessoas para fazer parte dessa economia. Você deixa elásticas as medidas de isolamento social por um período e a economia volta a rodar e você mata toda aquela população… Não existe resposta fácil. O primeiro apontamento é esse, acho que a vida deve ser priorizada antes de qualquer atividade económica.

O segundo ponto é que a gente não tem que esperar isso só do governo. A gente precisa de uma geração de empresários, de empreendedores, que já tenham viés criativo. Porque hoje você ser empreendedor, ainda mais no Brasil, é um grande desafio. Para trabalhar com isso tem que ser criativo, por isso a gente tem que ter uma geração de pessoas, de mentes pensantes que gerem soluções para isso.

(…) isto não tem precedentes. Como não tem precedentes, não posso esperar que o governo tenha todas as respostas.

E quando eu falo em soluções… por exemplo, no nosso mercado, que é a venda de crédito, qual é uma solução que a gente tem batido aí com alguns deputados federais? Nesta terça-feira, dia 09 de junho, tem até uma votação no Senado com uma medida que a gente tem brigado ativamente para ser aprovada, que é aumentar cinco por cento (%) na margem de aposentados e pensionistas do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social] e Servidores Públicos Federais. Se você aumentar, por exemplo, cinco por cento a mais do limite que esse cara pode tomar de crédito, ele consegue pegar até duas vezes o valor do seu salário em juros extremamente baixo, em juros justo, que é o mais barato do mercado. E, sendo assim, a gente precisa dessa geração, dessas pessoas que fomentem este tipo de ideia, que não espere só de cima para baixo [vir tudo do governo].

Como você mesma disse na pergunta anterior, isto não tem precedentes. Como não tem precedentes, não posso esperar que o governo tenha todas as respostas. Preciso criar essas respostas.

Como vê o futuro da economia brasileira no pós-Covid-19?

Acabei por responder já com a resposta anterior. Eu vejo o futuro da economia como uma mudança, como uma rutura comportamental, uma mudança de hábito muito forte. As pessoas, depois de passarem por um período como esse que a gente está passando, elas tendem a mudar os seus hábitos. A gente pode analisar e só consegue descobrir o que vai acontecer, ter a previsão do futuro, se olharmos o que aconteceu lá atrás.

(…) o futuro da economia brasileira é uma Caixa de Pandora, mas acho que a única coisa que é previsível é que a população vai mudar os seus hábitos.

Você pega nos períodos pós-guerra… e é uma guerra, é contra um inimigo invisível, mas é uma guerra… toda a vez que a guerra acabou, aquela população mudou a tua forma de agir, de comprar, de tudo isso… Com certeza a gente vai ter uma população com novos hábitos. E aí, mais uma vez como respondi na pergunta acima, reforça a necessidade de uma geração empreendedora, criativa. Uma geração empreendedora que crie soluções.

Então, o futuro da economia brasileira é uma Caixa de Pandora, mas acho que a única coisa que é previsível é que a população vai mudar os seus hábitos. E para a gente fazer esse dinheiro trocar de mão vai ter ter que ser criativa, criar algumas medidas que estimulem a tomada de crédito, a troca desse dinheiro. Reforça essa questão da criatividade.

Além dos problemas financeiros no Brasil, que agora irão agravar-se, uma vez que as consequências desta pandemia são um sério problema mundial, existe ainda a instabilidade política que o país atravessa. Qual a análise que faz em relação a esta junção quando pensa no futuro do Brasil?

A sua quinta pergunta é incrível, porque o Brasil é o único país que consegue entrar numa crise dentro de outra crise (risos). É muito complicado e se a gente pára para ver… a gente aqui tem um problema muito grande no nosso país a nível político que pode afetar vários outros níveis e talvez a uma escala que muita gente não tem percebido.

E olha só como esse problema chega a ser ridículo, não é? A gente tem um Presidente [Jair Bolsonaro] onde ele diz “Sai, trabalha, faça isso…”, incentiva isso. Aí a gente tem um chefe de Governo Estadual que fala outra. Por exemplo, quem é de São Paulo vai ouvir o governador dizer “Não saia, não faça, aqui no meu Estado sou eu que mando e é assim, assim, assim…”. E aí a gente tem prefeituras e cada prefeitura trabalhando de um jeito. Olha como a gente divide isso, não é? Quando a gente fala de uma instabilidade política, olha como é absurdo e como isso tende a agravar e muito, não só a economia, mas o direcionamento do país em geral. Isso é um grande problema.

Qual é a sua opinião acerca da visão do povo brasileiro em relação à crise económica que se está a instalar, devido às medidas aplicadas para prevenir a Covid-19 (que geram mais desemprego, principalmente para trabalhadores autónomos, e consequente aumento da pobreza)? Pensa que têm real noção do que se avizinha ou os problemas políticos estão a abafar este problema?

Os problemas políticos estão a abafar este problema com toda a certeza. Hoje as pequenas empresas geram 70% dos empregos no país, então é algo muito complexo. Quando se fala de um problema económico nacional, a gente fala de algo que atinge principalmente as pequenas empresas. E o brasileiro não está conseguindo enxergar… ele está preocupado com o agora, como é que ele faz para sobreviver, como é que ele faz para pagar as suas contas. Ele não está pensando a médio e longo prazo.

E eu entendo, é como se você tapasse a sua respiração. Quando você tapa a sua respiração por um determinado período, o seu cérebro começa a ficar tão condicionado com aquele problema que você tem na hora, que a falta de ar naquele segundo faz com que você não consiga pensar em mais nada a não ser aquilo. É o que estou sentindo sobre a nossa população.

No seu ponto de vista, a comunicação social brasileira está a dar a atenção merecida aos problemas financeiros que advêm da Covid-19 ou está mais focada nos temas relacionados com o Presidente Jair Bolsonaro, que na maior parte do tempo faz manchete?

Hoje a gente tem uma mídia que podia ser utilizada com um viés social muito mais ávido, muito mais ativo. Se a gente pegasse a mesma proporção… e eu não estou dizendo que não deva ter publicação das medidas políticas, ao contrário… a gente tem que saber que ministro saiu, ministro entrou, aconteceu isso, a gente tem que saber… mas os veículos de comunicação podiam ser conscientes dessa função social que possuem, e dentro dessa função social ser utilizado para passar que seja 40% do seu tempo… não precisa ser 60%, mas 30% ou 40% do seu tempo… com dicas, estimulando a criatividade, estimulando sugestões, saídas, não é?

A gente criou o programa ‘Start’ para trabalhar, para ajudar pessoas que não trabalham no mercado financeiro ao ensinar como trabalhar vendendo empréstimo, que é super simples, e como se ganha dinheiro com isso. A gente criou também um evento chamado ‘Evolution’ com medidas criativas, com saídas de como pequenas empresas podem auxiliar na retoma da nossa economia. Nós somos pequenos aqui e vemos aí toda essa mídia, essa massa de comunicação, que poderia fazer a mesma coisa ou pegar programas como o nosso para colocar lá, para disseminar e não… a gente vê uma enxurrada de problema político. É um grande desafio.

Como vê, a nível do setor financeiro, a possibilidade da saída de Bolsonaro? Há quem veja o ‘impeachment’ como uma medida ainda mais desestabilizadora para um país…

Eu acho que essa pergunta não tem uma resposta clássica de sim ou não. Ela tem uma resposta reflexiva. E veja bem… a gente trocar de Presidente agora é um assunto muito delicado, porque é como a gente trocar de pneu com o carro em alta velocidade, não é? Quase que impossível… De um lado você apazigua, porque o Bolsonaro é um cara polémico, acho que ele gosta dessa visibilidade negativa para dizer que reforça a posição dele. Mas, por outro lado, você tem todo um mundo, um planeta, um globo que passa a ter uma descredibilidade em cima do Brasil.

Por exemplo, a gente tinha três ministros que eram os principais, os mais aclamados. A gente tinha o Mandetta, que era ministro da Saúde, e ele caiu, saiu. A gente tinha o Moro, que era da Justiça, também saiu. E a gente tem o Paulo Guedes, que é o ministro da Economia. O Guedes é hoje um dos caras mais importantes. Quando o Moro caiu, a bolsa caiu em quase 10%. Se o Paulo Guedes sair hoje… e, claro, se o Bolsonaro sair é uma chance enorme de que o Paulo Guedes saia, por isso eu estou falando do Paulo Guedes… se o Paulo Guedes sair pode ser pior, não é?

Com o Bolsonaro na ativa a gente tem os embates políticos, a gente tem esse problema do governo federal com o governo estadual, e por aí vai… isso é péssimo, é horrível. Mas essa crise pode aumentar a incerteza do futuro do Brasil.

Receia que a situação política do Brasil afaste os investidores estrangeiros?

Alguns bancos internacionais, como por exemplo o BS, falou recentemente que a crise política no Brasil pode ser pior do que a crise do coronavírus. Essa crise pode derrubar ainda mais o PIB [Produto Interno Bruto], e aí tira a confiança, com toda a certeza, de investidores estrangeiros.

Por exemplo, o Paulo Guedes entendeu que ele precisa de imprimir mais dinheiro e tal, só que claro que não é só isso. Só que, por outro lado, nós temos um Presidente que cada vez que ele se aproxima mais daqueles partido de centro piora o cenário fiscal brasileiro. O que acontece? Aqueles partidos do centrão, toda a vez que o Presidente se aproxima deles, dão apoio só que eles pedem uma contrapartida. Por exemplo, “Olha, o senhor precisa liberar tanto para tal município”… isso aumenta gasto público. Aumentando gasto público, aumenta o descontrole fiscal. E aí a gente vê as agências de classificação de risco rebaixando a nota da classificação de crédito no Brasil.

Por conta dessa piora nas contas públicas, ou seja, tem mais gasto, tem menos controle, tem menos possibilidade de pagar essa dívida… e essas agências rebaixam a nota de classificação do Brasil. E porque é que essas notas são importantes? Porque hoje há vários fundos de investimento global que só pode colocar dinheiro em alguns países se tiverem boas notas de crédito, se estiver lá por exemplo o grau de investimento. O Brasil teve em 2008 e nunca mais recuperou.

Imagina como é que a gente vai explicar em menos de quatro anos ter o segundo processo de ‘impeachment’?

Então esses fundos são obrigados a tirar o dinheiro do Brasil se isso acontece, por conta dessa instabilidade. E aí aumenta a crise, aumenta o dólar, cai a ação, quebra a economia. Imagina como é que a gente vai explicar em menos de quatro anos ter o segundo processo de ‘impeachment’? Isso é péssimo em vários sentidos. Eu não lembro de outro país com o tamanho do Brasil, com a importância do Brasil, que tenha passado por isso. E a gente pode ter – e aí é só especulação, claro, não estou falando nada que vá acontecer -, mas a gente pode ter ali uma reo-cultura institucional. O Bolsonaro já falou que as Forças Armadas apoiam a permanência dele. Imagina se o Senado e a Câmara dos Deputados querem ‘impeachment’… você vai ter que sair do teu cargo. Aí o Bolsonaro fala “Não, não vou sair”, tem que chamar a polícia, tem que usar forças… e ele chama as Forças Armadas. Pronto. É um absurdo, é muito grave.

É só especulação isso. Mas recentemente ele disse que não ia cumprir a determinação do Supremo Tribunal Federal, que proibiu a nomeação do Ramagem como diretor-geral da Polícia Federal no Brasil. Isso é grave, ele já não cumpriu uma determinação do Supremo. Ele falou que não ia cumprir. E aí, se acontece de novo? A gente perde a credibilidade internacional. Como é que a gente explica isso para a ONU [Organização Nações Unidas], para o mundo, para o Banco Mundial, para o Fundo Monetário Internacional? E aí a gente corre o risco, pior do que tudo isso, de uma disparada sem igual do dólar. Se o Bolsonaro cai e se entra numa questão de ‘impeachment’ acho que a gente pode ter uma alta nunca vista antes, acho que mais do que dez reais por dólar com toda a certeza, uma disparada gigantesca. E aí a gente atinge a população em várias escalas, desde a agricultura, que precisa de alguns elementos, fertilizantes que tem que importar, até vários outros aspetos.

Que conselho daria ao setor económico para conseguir ultrapassar todos estes problemas?

Sendo muito objetiva como ‘player’ financeira e trabalhando nessa área há muito tempo, eu vejo que não adianta a gente só imprimir mais dinheiro, não adianta a gente só criar novas linhas… Para que as coisas deem certo, para mim hoje é a gente desburocratizar o acesso ao crédito. Assim eu tenho a certeza de que o dinheiro volta a circular. Quando eu tiro dinheiro do banco e coloco na mão de algumas empresas, de alguns empreendedores que geram emprego, na mão de pessoas que vão conseguir de uma forma ou de outra disseminar, fazer essa troca… aí eu crio um efeito cascata positivo.

O problema é que a gente tem um nível de endividamento altíssimo no Brasil, então o acesso ao crédito é cada vez mais burocrático. Acho que o único conselho para o setor económico que eu humildemente poderia dar seria esse: a gente pensando em desburocratizar, talvez consiga pensar numa solução a longo prazo e não só a curto prazo. Não adianta a gente tratar o sintoma e não tratar a raiz, é algo muito mais profundo.

Como observa, na prática, a relação Brasil-Portugal no setor económico? O que poderia ser feito entre os dois países para um apoio mútuo durante a crise que se avizinha, e até mesmo a nível da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)?

Eu acho que como Portugal tem uma língua de fácil entendimento, a gente acaba por ter uma emigração em massa. Recentemente até falei sobre as oportunidades para homossexuais em Portugal, que estavam sendo bem maiores do que no Brasil, e expliquei porquê, falei até que Portugal estava recebendo alguns investimentos para ‘startups’

A gente fala de países ligados historicamente pela língua. A gente pode até falar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa… a gente fala de uma comunidade que reúne mais de 270 milhões de pessoas. E a forma de um país ajudar o outro diante de uma crise como essa é criando programas de incentivo, principalmente empresarial. Desburocratizando o acesso ao crédito, aliviando atributos entre um país e outro e facilitando a vida dos seus emigrantes, que é uma coisa que quase ninguém fala.

(…) esses países podem ajudar-se elevando o padrão de preocupação não só económico, como também humano.

A gente eleva o padrão de preocupação e passa a não ser só uma preocupação económica, mas um padrão de preocupação humana. E aí isso faz sentido, esses países podem ajudar-se elevando o padrão de preocupação não só económico, como também humano. Quando eu identifico, quando vou a fundo em cada ser humano, eu crio uma solução em massa.

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