Angola

Angola: Bloco Democrático defende “cessar-fogo” em Cabinda

O Bloco Democrático (BD), um dos seis partidos angolanos que integram a coligação Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), apelou ao “cessar-fogo imediato” na província de Cabinda.

O pedido foi feito através de um comunicado, onde se pode ler que “o Bloco Democrático – BD apoia a resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas de 1 de Julho, sobre um ‘cessar-fogo imediato e abrangente’ em todos os conflitos que se registam no mundo”.

Segundo a organização política, tal ocorre “numa altura em que a humanidade se confronta com uma ameaça de dizimação global cuja mitigação exige a coordenação de esforços e de ampla solidariedade, incluindo de todas as partes em conflitos”.

“Os países poderosos e belicistas têm gasto imensos recursos financeiros, materiais e de investigação para produzirem armas mortíferas, relaxando o investimento na educação, saúde e bem estar da humanidade, dificultando os desejos de boas vidas com óptimo estado imunológico”, acrescenta.

“A via da competição desenfreada e do dispêndio armamentista para sustentar a ideologia do confronto e do domínio retirou recursos à humanidade para enfrentar um inimigo comum para o qual todo este potencial armamentista o e de inteligência de nada serve”, alerta também.

BD defende a paz e a liberdade

O BD considera que “a Resolução das Nações Unidas de 1 de Julho, votada por unanimidade, permitindo uma pausa humanitário de 90 dias, abre realmente uma soberana oportunidade para que as forças que protagonizam o conflito armado em Angola, na Província de Cabinda – O Executivo Angolano e a FLEC – declarem sem tibiezas e no interesse da preservação dos homens, mulheres e crianças do solo pátrio, um imediato cessar-fogo e criem em simultâneo condições para o estabelecimento do diálogo fraterno, com o apoio da sociedade civil, Igrejas e políticos, com vista à PAZ”.

Esta formação política lembra então que “é um partido de PAZ” e que “sempre privilegiou o diálogo como forma de resolução dos conflitos, sendo as contradições internas reguladas na base do estado de direito”.

“Pelo ‘cessar-fogo’ imediato em Cabinda e pela manutenção da Paz e Segurança Internacionais, saibamos construir a LIBERDADE, MODERNIDADE E CIDADANIA para todos os angolanos”, conclui assim no comunicado.

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