Angola

Angola: João Lourenço nega perseguição a minorias no país

© Presidência da República de Angola

O Presidente angolano rejeitou nesta terça-feira, 12 de novembro, em Roma, a existência de minorias perseguidas em Angola. João Lourenço garantiu não ter conhecimento de nenhum caso.

Quando questionado por um jornalista sobre o eventual encerramento de mesquitas no país que governa, o Chefe de Estado declarou que os muçulmanos nunca foram perseguidos nem molestados por ninguém.

“Eles convivem perfeitamente com cidadãos angolanos. Inclusive, há um bairro em Luanda, muito próximo do Aeroporto, quase tomado por eles. Não há caso de detenção nem de expulsão”, salientou, acrescentando que considerou a pergunta “uma insinuação”.

Angola tem cerca de 800 mil muçulmanos, entre nacionais e estrangeiros, residindo a maioria na capital do país, em Luanda, e dedicando-se particularmente à atividade comercial.

Além do Mártires de Kifangondo, onde habita uma grande comunidade islâmica, um elevado número vive no bairro Hoji-ya-Henda, no município do Cazenga, local com várias mesquitas.

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