Angola

Angola: MPLA nega acusações “infundadas” de Chivukuvuku

Secretário para a informação do MPLA, Albino Carlos
Albino Carlos

O MPLA defendeu-se publicamente das novas acusações “gratuitas e infundadas” do político Abel Chivukuvuku. Segundo o próprio, o partido no poder teve uma “alegada interferência” no Tribunal Constitucional (TC) para “inviabilizar a legalização” do projeto político PRA-JA Servir Angola.

De acordo com o secretário para a Informação do Bureau Político do MPLA, Albino Carlos, o país é um Estado democrático de direito. Como tal, disse em entrevista, “os tribunais são independentes” e o partido “respeita as decisões dos tribunais”.

Albino Carlos reiterou que as acusações do ex-dirigente da coligação CASA-CE são infundadas e sem qualquer razão. O representante da formação política liderada pelo atual Presidente da República, João Lourenço, acusou, por sua vez, Chivukuvuku de querer escudar-se de alguma irregularidade que terá cometido.

No entanto, Abel Chivukuvuku considera que está a ser perseguido pelo MPLA. “Porque no fundo não é o TC, no fundo o que nos tem chumbado, repetidamente, é a direção do MPLA. Portanto o que há aí são orientações da direção do MPLA e do Presidente João [Lourenço], presidente do MPLA, é que está a dar orientações para que o tribunal chumbe o Abel”, sublinhou.

Recorde-se que o TC chumbou pela quarta vez a legalização do projeto político PRA-JA, que não desiste e vai interpor um novo recurso ao plenário do órgão judicial.  Este processo de legalização está em curso desde novembro de 2019.

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