Angola pede isenção dos produtos de combate à Covid-19

A ministra da Saúde de Angola, Sílvia Lutucuta, informou que o país acolhe e apoia a iniciativa da isenção temporária dos direitos de propriedade intelectual relacionados com a Covid-19, de maneira a evitar o acesso desigual às vacinas.

Para a governante, esta deve ser considerada uma oportunidade para diminuir as desigualdades entre países e dentro de cada um dos estados. Lutucuta acrescentou que o novo coronavírus está a tornar-se o motor da política e dos recursos, desviando esforços de prioridades em curso para tomar medidas que evitem mortes e previnam o colapso dos sistemas de saúde. 

“A emergência de novas vacinas como produto da ciência e a capacidade humana de inovação e resiliência abre uma janela de oportunidade para uma solução, mas dado o acesso insuficiente e desigual a elas, as nossas ambições de regresso à normalidade são adiadas”, esclareceu. 

A ministra lembrou que a pandemia continua a ameaçar a humanidade e não pode ser enfrentada com sucesso sem respostas conjuntas e concertadas. Assim, disse também que não considera apropriado que cada região tenha o seu próprio passaporte de vacinação, para “não deixar ninguém para trás”.

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