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FLEC desafia Chefe de Estado-Maior General das FAA a provar afirmações

TPA

Reagindo ao comunicado da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda / Forças Armadas de Cabinda (FLEC/FAC), que anunciou a morte que 47 militares das Forças Armadas Angolanas (FAA), o Chefe de Estado-Maior General das FAA, Geraldo Sachipengo Nunda, desmentiu o anúncio e considerou que o autor do comunicado é “um sonhador”.

Na mesma alocução à televisão à televisão pública de Angola (TPA), Geraldo Sachipengo Nunda garantiu que desde 2011 não acontecem combates em Cabinda e que a situação é “completamente estável” e “quem quiser comprovar pode ir” a Cabinda, disse o militar.

Em resposta a FLEC/FAC emitiu um novo comunicado lamentando que Geraldo Sachipengo Nunda “ignore friamente os soldados angolanos mortos em combate em Cabinda” e desafia o militar a “explicar à imprensa onde está o Major das FAA Miguel Zamba, como e onde morreu”.

“O Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas Geraldo Sachipengo Nunda respeitando as suas próprias palavras deverá autorizar a atribuição de Vistos a todos jornalistas que pretendam deslocar a Cabinda, mas também autorizar que todos os jornalistas desloquem no território de Cabinda livremente, sem estarem acompanhados pelas FAA, polícias ou seguidos pelos serviços secretos”, refere também o mesmo documento.

Para a FLEC/FAC se o Chefe de Estado-Maior General das FAA não conseguir “demonstrar a verdade das suas palavras (…) deverá demitir-se por esconder e mentir sobre a realidade da guerra em Cabinda aos cabindas, ao povo angolano e à Comunidade Internacional”.

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