Angola

João Lourenço denúncia interferências no combate à corrupção

Presidente de Angola, João Lourenço

O presidente angolano, João Lourenço, denunciou a existência de várias forças no país e no estrangeiro ligadas a figuras arroladas em processos-crime a causarem interferências no combate à corrupção.

A discursar na abertura do ano judicial, João Lourenço, exortou ainda os atores da justiça a cumprirem o seu papel, agir com celeridade e rigor, punindo exemplarmente quem delapida o erário público no sentido de desencorajar a prática criminosa. Por outro lado, reconheceu a falta de condições de trabalho nos órgãos de justiça.

O chefe de estado angolano denunciou a existência de “Forças internas e externas ligadas aos que mais delapidaram o erário público, organizam campanhas com vista a denegrir e desacreditar a Justiça angolana e o Estado angolano no geral, mesmo com tantos exemplos concretos de indiciados, arguidos e alguns já condenados, numa demonstração real do comprometimento das instituições do Estado e da Justiça angolana na luta contra a corrupção”.

João Lourenço disse ainda que estas forças saem em “defesa dos interesses dos que vêm o seu castelo a desmoronar-se de forma inexorável e procuram reverter a situação fora dos tribunais.”

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