Angola

Ministério da saúde angolano abre concurso público para mais de 5 mil profissionais de saúde

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O Ministério da Saúde declarou aberto o concurso público, que decorre na primeira quinzena de março, para 5.085 novos profissionais, dos quais 2.475 médicos, 1.310 enfermeiros, 800 técnicos de diagnóstico e terapeutas e 500 profissionais de apoio hospitalar, escreve a agência de notícias estatal Angop. Os profissionais serão distribuídos pelas 18 províncias do país.

A província de Luanda deverá ser a região a admitir o maior número de profissionais, um total de 1.047, entre médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e de apoio hospitalar. Segue-se a província da Huíla, onde abrem 489 vagas para profissionais de saúde.

A província de Cabinda deve contar com 82 médicos, 36 enfermeiros, 22 técnicos de diagnósticos e terapeutas e 14 novos técnicos para o apoio hospitalar. O Zaire com 52 médicos, 30 enfermeiros, 19 técnicos de diagnóstico e terapeuta e 12 outros para apoio hospitalar. Já a província do Bengo deverá contar com 33 novos médicos, 19 enfermeiros, 12 técnicos de diagnóstico e terapeuta e 7 técnicos para apoio hospitalar, Benguela com 221 médicos, 111 enfermeiros, 68 técnicos de diagnóstico e terapeuta e 42 outros para apoio hospitalar.

Para a província de Bié serão dirigidos 149 médicos, para o Cunene 87 médicos, para o Huambo 208 médicos. Para o Cuando-Cubango serão admitidos 106 médicos, para o Cuanza Norte 58 médicos, 173 para o Cuanza Sul e em Lunda Norte ficarão fixados 95 novos médicos.

Para a província da Lunda Sul deverão ser admitidos 67 médicos, em Malanje 86, no Moxico 86 médicos, Namibe 44 e no Uíge um total de 148.

A admissão de novos médicos, sublinha o Ministério da Saúde, vai “contribuir para regularização dos problemas da carreira e a elevação do rácio angolano de um médico para quatro mil habitantes“, cita a Angop.

Segundo dados de janeiro avançados pela ministra de Saúde, Sílvia Lutucuta, Angola conta com 6.400 médicos para uma população de cerca de 28 milhões de habitantes, número considerado insuficiente pela governante.

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