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Comissão analisa indicações de embaixadores para Mauritânia, Timor-Leste e África do Sul

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) vai encontrar-se na quinta-feira com os diplomatas Leonardo Carvalho Monteiro, Aldemo Serafim Garcia Júnior e Nedilson Ricardo Jorge. Estes diplomatas foram indicados, respetivamente, para os cargos de embaixador do Brasil na Mauritânia, em Timor-Leste e na África do Sul.

Leonardo Carvalho, indicado para embaixador do Brasil na Mauritânia, serviu nas embaixadas em Copenhaga, Wellington e Varsóvia e foi cônsul geral adjunto no Paraguai, Barcelona e Paris. Em Jacarta, desempenhava, desde 2014, a função de ministro-conselheiro e encarregado de negócios.

O Brasil exporta para a Mauritânia principalmente açúcares e carnes e compra peles e máquinas elétricas. Segundo o Ministério das Relações Exteriores há potencial para a expansão das relações económicas, e o fluxo comercial bilateral cresceu cerca de 400% desde 2003.

Aldemo Serafim Júnior, indicado para a embaixada em Tiomor-Leste, esteve no Ministério da Cultura, como secretário-executivo da Comissão Organizadora do Centenário do Presidente Juscelino Kubitschek, e no Ministério das Comunicações, como chefe da Assessoria Internacional do gabinete do ministro. Foi Encarregado de Negócios nas embaixadas em Argel e Lomé, tendo também exercido funções na delegação junto à Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington.

O Brasil estabeleceu relações diplomáticas com Timor-Leste após a independência, em 2002. O relacionamento bilateral caracteriza-se por vínculos culturais, decorrentes da herança lusófona comum, e como estado membro da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

O diplomata indicado para a África do Sul e, cumulativamente, para o Lesoto e a República de Maurícia, Nedilson Ricardo Jorge, exerceu, entre outros, os cargos de conselheiro e ministro-conselheiro na embaixada em Buenos Aires.

Brasil e África do Sul têm aumentado a cooperação bilateral em áreas relevantes, com destaque para parcerias em setores estratégicos, como defesa, ciência e tecnologia, bem como na troca de experiências nas áreas de políticas públicas e desenvolvimento social.

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