Cabinda

Cabinda: Movimento Independentista receia que militantes ainda detidos sejam envenenados

Movimento Independentista de Cabinda (MIC)

O Movimento Independentista de Cabinda (MIC) denunciou o que qualifica de “planos macabros e maquiavélicos arquitectados” pelo SINSE (Serviços de Informação para Segurança do Estado) e SISM (Serviços de Informação para Segurança Militar), em colaboração com o Serviço Penitenciário da Cadeia Civil, com o intuito de envenenar oito membros MIC, “mantidos ilegalmente pelas autoridades de Angola nas masmorras de Cabinda” e impedidos pelo SINSE e SISM, de “prestarem declarações na procuradoria Provincial de Cabinda”, denunciou António Tuma, Secretário-Adjunto para Informação e Comunicação do MIC.

Na mesma denúncia difundida pelo MIC, António Tuma precisa que as intenções do SINSE e SISM foram reveladas ao Movimento Independentista por “fontes altamente ligadas aos dois sectores de informação do Governo Angolano”.

Para o MIC “qualquer coisa que acontecer com os seus membros o Governo de Angola se responsabilizará dos seus actos”, refere a denúncia divulgada pelo Secretário-Adjunto para Informação e Comunicação do movimento.

No mesmo documento António Tuma refere que o MIC “até ao momento não consegue compreender” o facto de terem sido libertados três elementos do Movimento, António Tuma, João Baptista Mbele, e o presidente da organização Carlos Vemba, mas permanecerem detidos oito membros, e refere que se estes elementos não forem libertados até segunda-feira 23 de Dezembro, o MIC optará por “outro comportamento”.

O Movimento Independentista de Cabinda considera que os critérios de libertação de três militantes e manutenção de oito na prisão assentam em motivos políticos e não judiciais.

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