Cabo Verde

Cabo Verde continua em 25.º no ranking da Liberdade de Imprensa 2020

Primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva
Ulisses Correia e Silva

Cabo Verde mantém-se na 25.ª posição no ranking da Liberdade de Imprensa 2020, de acordo com o Repórteres Sem Fronteira (RSF). O país distingue-se pela ausência de ataques contra jornalistas e uma grande liberdade de imprensa, garantida pela Constituição.

A edição deste ano do ranking mundial da liberdade de imprensa indica ainda que a pressão sobre os meios de comunicação públicos tem vindo a diminuir. Apesar de manter a posição de 2019, o país somou +0,34 pontuação global em relação a esse mesmo ano.

O documento acrescenta que o panorama mediático no arquipélago é dominado pelos veículos de comunicação estatais, cujos funcionários são nomeados diretamente pelo Governo, incluindo o principal canal de televisão, TCV, e a Rádio Nacional de Cabo Verde. Ainda que esse conteúdo não seja controlado, é mencionado que a prática da autocensura permanece difundida.

Em África, Cabo Verde está em segundo, atrás de Namíbia (23) e à frente de Gana (30) e África do Sul (31). Já a Eritreia (178) continua a ser o pior representante do continente.

Por sua vez, a Noruega (1) e a Finlândia (2) ocupam, pelo segundo ano consecutivo, as primeiras posições, seguidas pelo Dinamarca (3), que subiu dois pontos, e da Suécia (4), que caiu um ponto. A Correia do Norte (180) ficou em última posição.

Em reação a esta posição no ranking, o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, afirmou que tal reflete um “claro reconhecimento” das políticas e medidas do Governo.

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