América do Norte | Cabo Verde

Cabo Verde é o país dos PALOP com mais deportados pelos EUA

As autoridades dos Estados Unidos da América (EUA) deportaram cerca de cem cidadãos de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) no ano passado, menos uma dezena comparativamente a 2018. De acordo com os dados oficiais divulgados, metade do total desses indivíduos era de origem cabo-verdiana. 

relatório de deportações do ano fiscal de 2019 da agência federal norte-americana para a Imigração e Alfândegas – Immigration and Customs Enforcement (ICE), que compreende o período de 01 de outubro de 2018 a 30 de setembro de 2019, indica que o principal motivo que levou à deportação de cabo-verdianos foi a imigração ilegal. 

É nos EUA que habita a maior comunidade cabo-verdiana fora do arquipélago, estando a mesma estimada em 250 mil pessoas, que se encontram principalmente no estado de Massachusetts. 

Também segundo o relatório de 2019 do ICE, que atua na jurisdição do Departamento de Segurança Interna norte-americano, depois de Cabo Verde, entre os PALOP, Angola foi o país com mais deportações, que aumentaram das 32 registadas em 2018 para 40 no ano passado. 

Já o total de cidadãos da Guiné-Bissau deportados pelos agentes daquela força policial desceu de cinco para quatro. Depois de em 2018 não ter tido qualquer deportação, Moçambique teve três cidadãos nacionais expulsos do país no ano passado, São Tomé e Príncipe voltou a não ter nenhum caso em 2019.

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