Cabo Verde

Cabo Verde: PP afirma que Câmara Municipal da Praia usa e abusa da violação da Constituição

Bandeira do PP

O PP voltou a criticar a Câmara Municipal da Praia (CMP), tendo dito que esta se tornou numa instituição pública que “usa e abusa” da violação da Constituição da República, com a edilidade a vender espaços públicos.

As declarações foram feitas através de uma nota, divulgada pelo partido da oposição em reação à notícia da proposta de venda da Praça da Igreja Nova Apostólica, localizada na Fazenda. Segundo o documento, a formação política cabo-verdiana considera que a CMP é caracterizada por uma lógica “mercantilista selvagem” e que tem vindo a assaltar quase todos os bens do domínio público da cidade da capital, transformando-os em bens privados “para favorecimento dos seus capatazes eleitorais”.

“Assaltou a Praça do Palmarejo e agora quer assaltar mais uma praça, a da Igreja Nova Apostólica, na Fazenda, que é um dos poucos pontos de encontro dos praienses e uma das mais movimentadas da capital desde 1993, quando foi construída”, pode ler-se.

Foi também mencionado que a CMP quer edificar um restaurante na referida praça, com o objetivo de “favorecer, ao que tudo indica, um cabo-chefe eleitoral do MpD”.

Para combater a situação, o PP afirmou querer unir a sua voz à dos representantes da Igreja Nova Apostólica na denúncia “de mais um crime da CMP” e disponibilizou-se “para fazer tudo o que está ao seu alcance” para evitar “mais um assalto” de um espaço que pertence a todos.

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