Cabo Verde: Primeiro-Ministro vê a classificação do país no índice global sobre o crime organizado transnacional “como um incentivo para melhorar”

A declaração foi feita na apresentação oficial do resultado do relatório de 2021 sobre o Índice Global sobre o Crime Organizado Transnacional, que teve lugar na Cidade da Praia, Cabo Verde.

“Cabo Verde e as suas instituições gozam hoje de prestígios internacional, reconhecido por inúmeras autoridades e entidades independentes credíveis, este é um facto inegável que é confirmada pelas sucessíveis classificações favoráveis do país tem estado a conquistar nos principais rankings globais” afirmou o Primeiro-Ministro cabo verdiano, Ulisses Correia e Silva.

É de relembrar que o relatório foi apresentado no mês passado, e Cabo Verde faz parte de uma lista de 50 países mais bem organizados para combater o crime organizado transnacional, ocupando a 9.ª posição no continente africano e com a menor taxa de criminalidade entre os 15 países da África ocidental.

Ulisses Correia e Silva, diz ainda que “a classificação muito positiva, que Cabo Verde teve e obteve no índice global relativamente ao crime organizado transnacional reforça a condição de Cabo Verde como um dos 50 países mais eficaz no combate ao crime organizado, confirmado e renovado e a avaliação positiva que avia sido feita em 2019”

Recorde-se que o resultado é apresentado a cada dois anos e a avaliação é feita com base em análise de 12 parâmetros (numa escala de 0 a 10), com destaque para classificação de Cabo Verde no que toca à cooperação internacional (8,5), integridade territorial (7,5), sistema judicial e detenção (7) políticas e leis nacionais (7), ação de agentes não-estatais (7), entre outros.

Correia regozija-se com esta “classificação, por este posicionamento no Ranking e definimos esta classificação este posicionamento como um incentivo para melhoramos ainda mais, temos que continuar a melhorar quer do ponto de vistas das instituições, (justiça, das forças de segurança, policiais), quer ao nível da cooperação internacional a segurança a estabilidade e a credibilidade são os ativos mais importantes do país”.

Relativamente aos PALOP’s, para além de Cabo Verde (1.º), São Tomé e Príncipe ocupa o 13.º lugar, Angola o 19º, Moçambique, 32º e Guiné-Bissau, o 44.º lugar. Entre o top 50 a nível global encontram-se apenas cinco países africanos, a saber: Botswana, Cabo Verde, ilhas Maurícias, Ruanda e Senegal. Portugal junta-se ao nosso país nessa lista, entre os países da CPLP.

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