Cabo Verde

Cabo Verde: UCID considera “exagerado” 14 mil escudos por testes PCR

António Monteiro

O presidente da UCID, António Monteiro, considera “exagerado” o valor de 14 mil escudos (127 euros), a cobrar pelos laboratórios de Cabo Verde, pela realização de testes PCR. Estes são testes moleculares de deteção da Covid-19.

Como tal, para solucionar o valor que considera elevado, o partido solicitou que parte dessa quantia fosse assumida pelo Estado cabo-verdiano. O pedido foi feito pelo dirigente nesta quinta-feira, 10 de setembro, numa conferência de imprensa realizada em São Vicente.

Para a UCID, a situação económica do país não permite que os nacionais assumam na totalidade o preço máximo do teste, que foi fixado pela Entidade Reguladora Independente da Saúde (ERIS).

“É exagerado porque a realidade do país, quer em termos financeiros, quer em termos económicos, não comporta o pagamento deste custo por parte dos nacionais cabo-verdianos, independentemente de onde quer que eles estejam”, criticou.

“Nós gostaríamos que o Governo pedisse à ERIS para reanalisar os custos que apresentam de 14 mil escudos, e que uma parte deste custo seja assumido pelo próprio Estado”, sugeriu.

A formação política lembrou que o arquipélago é turístico e que, nesta altura de pandemia, quer recuperar aos poucos o turismo para assim alavancar a economia nacional. A redução do preço máximo dos testes PCR é então vista como uma forma de ajudar a que tal aconteça, explicou.

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