Lusofonia

CPLP aconselhada a agir contra o terrorismo

criminoso; terrorismo;

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) foi aconselhada a desenvolver estratégias que melhorassem a segurança marítima, de maneira a enfrentar o terrorismo que ameaça os Estados-membros da comunidade lusófona.

Esta foi a conclusão de um estudo divulgado na primeira edição da revista científica do Instituto Superior de Estudos de Defesa Tenente-General Armando Emílio Guebuza, publicado recentemente em Maputo. De acordo com o documento, cabe à CPLP a responsabilidade de encontrar mecanismos de proteção das nações ameaçadas, entre as quais Moçambique e Guiné Equatorial.

É igualmente mencionado que a concertação de questões de defesa com outros Estados-membros da CPLP cria uma capacidade de prevenção de ataques, podendo evitar assim ameaças transnacionais e ainda promover a segurança regional, a estabilidade e a prosperidade.

O estudo foi elaborado pelo Capitão de Mar-e-Guerra Marcos João Magagula, que acredita que com o aprimoramento da economia azul impõe-se a melhoria da colaboração e cooperação para que a segurança marítima seja uma realidade na comunidade.

“É nossa convicção que, embora prevaleçam alguns desafios financeiros que possam reduzir a capacidade da presença e de atuação, o pensamento estratégico da CPLP vai ao encontro da necessidade de cooperação no domínio da segurança marítima”, partilhou igualmente.

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