Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: Armando Mango defende ruptura com tendências retrógradas do tribalismo e regionalismo

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O ministro da Presidência do Conselho de Ministros, dos Assuntos Parlamentares e Porta-voz do Governo, Armando Mango, disse que comemorar os 60 anos de Massacre de Pindjiguiti deve significar para cada guineense um momento de celebração contratual com o país, reiterando a “firme e inabalável determinação” do governo de fazer da décima legislatura um grande marco de desenvolvimento e uma viragem estratégica no esforço colectivo de construir a paz e o progresso povo.

Armando Mango anunciou ainda a abertura de uma nova página no relacionamento entre o governo, os sindicatos e outros parceiros sociais, que permita a sincronização de esforços a todos os níveis para que o exemplo de Pindjiguiti se torne numa autêntica causa do progresso nacional e não de menos simbolismo político.

Neste sentido, o ministro apelou aos guineenses a fazerem de 3 de Agosto um grande momento não só de evocação da memória dos heróis e mártires de Pindjiguiti mas também o de ruptura com tendências retrógradas, do tribalismo, do regionalismo, “pois nas lições enraizadas em Pindjiguiti ensina-nos que o que nos une como guineense é muito mais forte do que aquilo que nos pode separar”.

“A nossa consciência colectiva com o país e o Estado soberano interpela-nos a encarar as lições de Pindjiguiti como elemento de motivação e de inspiração para que nunca mais haja em todo a extensão do território nacional um vil acontecimento desta natureza. É pois, a motivação e a aspiração que anima o governo desta décima legislatura de tudo fazer para imprimir uma maior celeridade na realização das promessas eleitorais com particular incidência no atendimento a curto prazo das necessidades mais prementes das populações” disse, informando que o governo acaba de adoptar importantes medidas capazes de mobilizar e galvanizar a sociedade.

“Estas medidas estão reflectidas no programa de Emergência que tem como vocação orientar a acção governativa para a obtenção de resultados concretos priorizando os sectores sociais. Nesta mesma senda de atender às necessidades mais imediatas do nosso povo, o governo aprovou o plano de Estabilização do sistema educativo que prevê medidas concretas para o normal funcionamento do processo do ensino e aprendizagem e o estabelecimento de pontes de diálogo aberto e franco com os sindicatos do sector em defesa dos superiores interesses dos alunos, professores e dos pais encarregados da educação” disse Armando Mango.

Tiago Seide

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